terça-feira, 1 de março de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
EU TAMBÉM QUERO
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Unidade especial de polícia nos Açores
A Força Destacada da Unidade Especial de Polícia do Comando Regional dos Açores já está a desenvolver actividades nas áreas da segurança pessoal, inativação de explosivos e segurança no subsolo, revelou o Ministério da Administração Interna (MAI).
Dando resposta aos deputados eleitos pelo PSD nos Açores Mota Amaral e Joaquim Ponte, que a oito de Outubro do passado ano questionaram o Governo sobre o início da actividade da Unidade Especial de Polícia, o Ministério da Administração Interna (MAI) divulgou hoje que a actividade desta unidade especial da PSP/Açores, que deverá ser em breve alargada à valência cinotécnica, está já em funcionamento nos Açores. O MAI salienta que a unidade especial a valência cinotécnica está apenas dependente da “disponibilização de infraestruturas e da conclusão do processo de formação”.
De acordo com o documento hoje divulgado, a Força Destacada do Comando Regional dos Açores da PSP integra “um comandante (subcomissário), um adjunto (chefe principal), quatro chefes e oito agentes no Corpo de Segurança Pessoal, três chefes e dez agentes no Centro de Inactivação de Explosivos e Segurança no Subsolo”.
O Grupo Operacional Cinotécnico terá três chefes e dez agentes, para oito cães de ordem pública e seis de outras especialidades.
Os elementos desta unidade especial pertencem ao efectivo do Comando Regional dos Açores, “sendo ministrados cursos de especialização aos elementos que deles necessitem”, admitindo o MAI que “está previsto, em circunstâncias especiais, o reforço deste dispositivo com elementos daUEP sediada em Belas”.
O MAI refere ainda neste documento que a Força Destacada da Unidade Especial de Polícia dos Açores “será distribuída pelas Divisões do Comando Regional”.
fonte
www.jornaldiario.com
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
César Está a Enganar os Açorianos
![]() | ![]() | ![]() |
| Opinião - Opinião1 |
| Escrito por Manuel Moniz |
| Sábado, 11 Dezembro 2010 11:42 |
Dar ou não dar, eis a questão: Senhor, juro que são apenas Rosas...
Estou quase a ter pena de Carlos César e Cia. E só não tenho porque lhe faltou a humildade de Mota Amaral para abandonar o cargo antes que ele se começasse a estilhaçar. Porque isto é demais… Está visto que o grande problema com esta coisa da fuga aos cortes para alguns funcionários públicos não foi propriamente querer ajudar os seus amigos. No fundo foram duas coisas: a primeira e a segunda. A primeira foi que o homem não fazia a mínima ideia de como havia de gastar aqueles 3,2 milhões de euros que ia poupar à força. É que nem era suficiente para implementar a minha medida de comprar as peles das vacas dos Açores e pôr os RSIs a fabricarem sapatos, na altura estimada por mim em 5 milhões. (Mas o sr. Presidente devia ter falado comigo que eu arranjava uma maneira de as comprarmos a um preço mais barato, nem que fosse não comprando todas). Bom, sem ideias e sem assessores com ideias (é o que dá contratar os desmiolados que contratou, só porque tinham um ar de coitadinhos que, com umas roupas de marca, até ficariam lindos e mansos. Realmente acertou – e eles são bem vestidos e mansos. O problema é que são como aqueles cachorros de marca que vivem em apartamentos com ar condicionado, comem em bandejas de prata e fazem manicure uma vez por semana: quando saem sozinhos à rua constipam-se e morrem (claro que vão a enterrar em cemitérios de luxo, mas isso não muda o fundamento da história). A verdade é que tanta mansidão rapidamente se apodera das cabeças, que vão ficando ocas: para eles, “classe média” não significa a média do que as pessoas realmente ganham, mas sim o que eles acham que deve ser a tal “classe média”. É verdade que na América os números devem ser esses. Mas não estamos na América e isto por cá há mais de metade dos contribuintes a ganhar o Mínimo. Não o Rendimento Mínimo (esses são só 8 ou 9%, parece-me), mas o Ordenado Mínimo, aquela miséria com que se tem de botar comida na mesa todos os dias por obra e graça do Espírito Santo (sinceramente, para mim, que ganho pouco mais, continua a ser um mistério). Claro que até admito que César já não veja patavina do mundo real (são muitos anos de corredores dourados e caniches debaixo dos pés a dizer “yes, yes”). Isso deixa as suas marcas (aliás, foi por isso mesmo que, num rasgo de iluminação, decidiu que mais ninguém podia ser presidente do seu Governo por mais de 3 mandatos seguidos). O que me aborrece ainda mais são estes chamados “pequenos partidos da oposição”, que afinal de contas são isso mesmo – na altura e verticalidade, mas não na posição. Que lindo que foi eles todos unidos em redor dos apoios à asneira cesarina. (Ontem na Assembleia da República nenhum dos seus homólogos abordou sequer a questão, tal é o embaraço que está instalado). Esquerda e Direita já não contam: eles são é viciados do Orçamento – e também falhos de ideias. Mas que raio, eles nunca serão poder. Era César quem tinha de perceber que não se pode num dia estar a apelar aos “portugueses” para virem cá largar dinheiro e no dia seguinte mostrar que somos uns egoístas do caneco. Será que acha mesmo que 10 milhões de euros vão dar para recuperar a imagem das ilhas? Não me parece: ele, juntamente com as restantes bandas partidárias unidas, fez mais pela falência da Autonomia que todos os açorianos juntos nos últimos 120 anos. Foi verdadeiramente um monumento… Curiosamente, alguns amigos de longa data até lhe dão a mão, lembrando que “nos Açores ganha-se menos”. Pois, só que os números não são bem, nada, assim. Realmente ganha-se menos cá, mas segundo os dados das Estatísticas é no sector privado e não no público – onde as carreiras são rigorosamente as mesmas que no resto do país. Os privados açorianos, esses realmente ganham em média menos 100 moedas de euro que os continentais… Que o Zé da Tasca não saiba essas coisas dos números, enfim, compreende-se (e nesta categoria coloco também o Palim do Snack, pois não tem obrigação de ler o Diário dos Açores todos os dias). Mas que os sôs políticos não o saibam, isso já é grave (aliás, um dia também gostaria de perceber como é que os açorianos pagam o Metro de Lisboa, os comboios, as scuts e até o TGV, quando todos os impostos ficam cá). Enfim, é um mistério… À pala disto tudo, os Açores arriscam-se a ficar no mapa por mais uma razão: é que cá o povo não tem apenas o governo que merece, tem também os partidos da oposição que merece. E isto é já uma sina que me faz começar a ter pena também do povo. Porque assim é demais. A sensação com que fico é que se estivesse numa região instruída, havia agora uma revolução, porque está provado que existem claramente dois interesses antagónicos: os interesses dos políticos e os interesses do povo. O que acaba por dar razão a César quando garantiu que teríamos um atraso da Educação por mais 50 anos… Já viram o que seria se isto fosse tudo educado? Era um perigo para a Segurança Social. Não, não é a Segurança Social dos Rendimentos… Bom, acho que é melhor por segurança social em minúsculas… Até porque está mais correcto! |
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
André bradfor
já não consigo ler mais vezes as coisas que as pessoas dizem sem saber do que falam:
1º Os funcionário públicos que ganham menos de 1.500€ por mês não sofreram cortes salariais.
2º O Governo Regional não pode fixar salários ou complementos para o sector privado.
3º A redução salarial para os funcionários públicos aplica-se também na Região, mesmo para os que ganham entre 1500 e 2000€.
4º A maioria dos funcionários do Estado nos Açores não recebe o mesmo que os seus colegas do Continente que desempenham funções idênticas. Dispõem de apoios complementares.
5º O Governo dos Açores não aproveitou excedentes para conceder a remuneração complementar. Pelo contrário, abdicou de uma obra (a cobertura de um estádio de futebol) para encontrar o dinheiro necessário para financiar a medida.
6º O Governo dos Açores recebeu este ano menos dinheiro das transferências do Orçamento de Estado, que, ao contrário do que se diz e escreve, não são "mais de 50%" do Orçamento da Região, mas sim cerca de 30%. Só na Segurança Social, por exemplo, os Açores receberam este ano menos 22 M€.
7º O Governo dos Açores dipõe de competência constitucional e estatutária para decidir onde aplica o dinheiro dos açorianos.
fonte
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
André Rodrigues, o Mr. Suga

Voltemos ao nosso querido amigo base.gov.pt, coloquemos nas entidades adjudicatária o nome da empresa deles e comprove-se o volume de negócios que eles tiveram à conta do nosso dinheiro. É 75 mil euros para isto, é 46 e meio duas vezes para aquilo, é um consolo. E repare-se que é tudo coisas assim pouco claras, do tipo “aquisição de serviços”, porque o André e o miniTomé são tesos para fazerem servicinhos.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Poema da Marquesa
Cabeleira empoada, um corpo escultural,
uma tangara antiga, uma beleza ideal,
cedeu, após inútil e renhida defesa,
a ser minha uma noite a senhora marquesa.
Foi mesmo em seu leito acetinado,
onde ébria de amores, o corpo abandonado
à minha magistral e suave carícia,
esperava no olhar a máxima delícia.
Soou a meia noite em tom de minuete,
eu perdi a cabeça e num subtil minete,
pus toda a minha alma num litro de saliva
Abandonou-se toda ela ao princípio esquiva,
ao prazer sensual, ao prazer do deboche,
após uns momentos, papava-me de broche.
Conde como isto é bom dizia-me a marquesa
limpando-me o caralho a rendas de Veneza.
Olhando para ela, não pude resistir,
Um frouxo raio de lua punha cintilações entre o travesseiro e a fronha
fazendo rebrilhar um charco de langonha.
Marquesa, ainda que fora de moda,
vou brindá-la com uma heráldica foda.
Venha, disse-me e estendendo aquelas mãozinhas pequenas que eu outrora beijara, agarrou-me no mangalho e, de maneira fina,
introduziu-o todo na arquiducal vagina.
Uma foda, outra foda, outra foda ainda,
cavavam-se as olheiras na sua face linda,
desencabei, enfim, um pouco fatigado,
ela foi lavar-se no seu bidé doirado
e aspergindo de espuma a cona perfumada,
disse-me: - Conde, que astral penachada.
Olhei de novo para ela e achando-a tão bela,
não pude resistir a uma enrabadela.
Foi o ponto final daquele amor sublime.
Ao descer as escadas, a pensar nela vim-me,
encharcando de esporra meias e calções.
No meu palácio, fui lavar os colhões.
Mas pensando de novo naquele divã violeta,
chamei a sopeira para me bater uma punheta.
Tempos após, pálido e macilento,
sofria o Conde um grande esquentamento ...
apócrifo atribuído a JÚLIO DANTAS.
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
"Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas atiradas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que partilhámos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
vésperas dos fins-de-semana, dos finais de ano, enfim...
do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje já não tenho tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a encontrar-nos, quem sabe... nas cartas
que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto
se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo...
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e
perguntarão:
Quem são aquelas pessoas?
Diremos... que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto!
- Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons
anos da minha vida!
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus a um amigo.
E, entre lágrimas, abraçar-nos-emos.
Então, faremos promessas de nos encontrarmos mais vezes
daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a
sua vida isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não
deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de
grandes tempestades...
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem
morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem
todos os meus amigos!"
Fernando Pessoa
| "O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis" Fernando Pessoa |
Chegámos à falência. Porquê????
Chegámos à falência. Porquê????
VALORES MENSAIS !!!!!
PORQUE ESTAMOS NA FALÊNCIA??????
420.000,00 €
TAP
administrador
Fernando Pinto
371.000,00 €
CGD
administrador
Faria de Oliveira
365.000,00 €
PT
administrador
Henrique Granadeiro
250.040,00 €
RTP
administrador
Guilherme Costa
249.448,00 €
Banco Portugal
administrador
Vítor Constâncio
247.938,00 €
ISP
administrador
Fernando Nogueira
245.552,00 €
CMVM
Presidente
Carlos Tavares
233.857,00 €
ERSE
administrador
Vítor Santos
224.000,00 €
ANA COM
administrador
Amado da Silva
200.200,00 €
CTT
Presidente
Mata da Costa
134.197,00 €
Parpublica
administrador
José Plácido Reis
133.000,00 €
ANA
administrador
Guilhermino Rodrigues
126.686,00 €
ADP
administrador
Pedro Serra
96.507,00 €
Metro Porto
administrador
António Oliveira Fonseca
89.299,00 €
LUSA
administrador
Afonso Camões
69.110,00 €
CP
administrador
Cardoso dos Reis
66.536,00 €
REFER
administrador
Luís Pardal: Refer
66.536,00 €
Metro Lisboa
administrador
Joaquim Reis
58.865,00 €
CARRIS
administrador
José Manuel Rodrigues
58.859,00 €
STCP
administrador
Fernanda Meneses
3.706.630,00 €
51.892.820,00 €
Valor do ordenado anual (12 meses + subs Natal + subs férias)
926.657,50 €
Média Prémios
52.819.477,50 €
900,00 €
Média de um funcionário público
58.688,31 - nº de funcionários públicos que dá para pagar com o mesmo dinheiro
E DEPOIS estes
... Filhos da pu_a !
AINDA QUEREM SABER SE A MALTA ESTÁ DISPOSTA A ABDICAR DO SUBSÍDIO DE FÉRIAS E/OU NATAL PARA AJUDAR O PAÍS...






